A beleza do Castelo de Malahide

Conhecer a Irlanda é um dos nossos objetivos neste intercâmbio. Nossas amigas nos convidaram para um passeio em Malahide. Não pensamos duas vezes, fizemos sanduíches, elas fizeram bolo, enchemos a bolsa e partimos para lá no último sábado. Malahide é uma pequena cidade localizada no condado de Fingal, conhecida pelo famoso Castelo de Malahide.

Para chegar lá, pegamos um trem que custou 4,70 euros ida e volta. Foram cerca de 20 minutos de viagem. Desembarcamos e fomos à procura do Castelo que fica em um lindo parque ao lado direito da estação. Para chegar até o castelo é preciso fazer uma caminhada de 15 minutos. Dentro do parque há muitas áreas de lazer. Campos para prática de esportes, playgrounds, trilha, etc, mas a atração principal, claro, é o castelo.

Não encontramos muito sobre a história do castelo. Os dados apenas indicam que ele foi construído em 1185 e pertenceu a família Talbot até 1976. Há uma lenda que o castelo possui fantasmas. Atualmente está fechado para a visita interna, a toda a área em volta está isolada. Reabrirá apenas quando o verão começar no hemisfério norte. Resolvemos (mesmo que fosse errado, e não indicamos que outras pessoas façam isso) pular a cerca, fazer um piquenique e bater foto de perto.

Conseguimos as fotos e conseguimos também uma visitinha da Garda (polícia) que nos pediu para sair da área isolada. Rapidamente recolhemos nossas coisas e fomos andar pelo parque. Há muito para ver em Malahide,  praia, o Tara’s Palace, um dos maiores museus de bonecas do mundo e o Fry Model Railway, uma coleção de trens irlandeses em miniatura feitos à mão. Infelizmente visitamos apenas o parque e o castelo, mas com certeza voltaremos para concluir nosso passeio. Uma viagem rápida, barata e interessante. Vale a pena!

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Quanto tempo dura um mês

Desembarcando em Dublin

Desembarcando em Dublin

Há exato um mês atrás quando sobrevoamos Dublin e só víamos nuvens cinzentas, as nossas expressões demonstravam a felicidade e a ansiedade de chegar logo ao destino. Quando o avião atravessou a imensa nuvem carregada, o sol que brilhava há pouco já havia desaparecido. Parecia que estávamos mudando de dimensão. Se ainda era dia lá em cima, na ilha esmeralda, já estava escuro.

Apesar de parecer que estávamos num filme, precisávamos entrar na realidade e ter uma vida normal. Muitos pensam que intercâmbio é “férias” e só diversão, mas é vida real, é responsabilidade, é novidade, e também rotina. Não que isso seja um problema, de maneira alguma… É ótimo começar uma nova vida.

Depois de um mês aqui, pudemos perceber que as primeiras semanas são mais complicadas para todos. Você precisa se adaptar com uma nova cultura, nova língua, novo paladar, nova escola e novas pessoas. Você percebe um mix de sentimentos. Felicidade, ansiedade, insegurança, nervosismo e saudade serão frequentes nesses 30 dias. Mas não se assuste, isso tudo faz parte.

Temos um balanço extremamente positivo desse mês. Conhecemos muitos lugares, saímos para pubs, fizemos amigos, tentamos entrar ao máximo na cultura local e evoluímos no inglês. São tantas coisas para resolver e conhecer que nem nos demos conta que um mês passou. Ainda estamos resolvendo algumas pendências em relação aos documentos necessários (vamos explicar em outro post) e ainda estamos nos organizando. Sem pressa, estamos priorizando os estudos para conseguir um emprego.

De segunda a quinta-feira acordamos 8 horas, vamos para a escola e estudamos até 13 horas. Voltamos para casa, preparamos o almoço, estudamos mais 4 horas por dia em casa, falamos com nossa família e quando nos damos conta, já é noite novamente. Aí vem o final de semana, encontramos os amigos, nos divertimos, conhecemos novos lugares, estudamos mais um pouco e logo já começa a semana novamente. Uma nova vida, uma nova rotina…

Esperamos que daqui para frente tudo continue dando certo. Que venha a primavera, nos trazendo muita saúde, paz e amor….que assim como as flores nossos planos ganhem novas vidas e cores.

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The Brazen Head

Construído em 1198, o ‘The Brazen Head’ é o pub mais antigo da Irlanda e um dos mais antigos do   mundo. Com música típica ao vivo, é um lugar frequentado por muitos ‘Irishs’ e poucos turistas. As paredes antigas e a arquitetura demonstram a estrutura de 814 anos. Um lugar rico de história que possui 300 anos a mais que o Brasil. Dá para imaginar que quando Cabral ‘descobriu’ o Brasil já tinham pessoas bebendo uma pint (copo de cerveja) neste pub?

Mesmo com as paredes escuras devido ao tempo, o lugar é aconchegante. O local possui quatro ambientes diferentes. A sala de entrada, onde banda toca, ficam as pessoas que querem dançar. Há uma sala ‘cult’ com poucas mesas, livros e um caixão de decoração. O outro ambiente possui inúmeras cédulas penduradas. O último espaço, onde permanecemos por mais tempo, nos faz voltar ao passado e descobrir um pouco sobre a história do pub.

Quando chegamos fomos recebidos calorosamente. Percebemos que todos estavam olhando para nós. Talvez estivesse estampado ‘turista’ na nossa cara, já que olhamos ao redor e vimos que éramos os mais novos do local. ‘The Brazen Head’ não é um local para quem procura agito e badalação. É um ambiente para estar com os amigos e fazer parte da cultura Irish.

Se passar pela Irlanda, não deixe de conhecer…

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Martenitsa: aprendendo uma nova cultura!

Conviver com diferentes culturas é o que de melhor o intercâmbio pode nos oferecer. Depois de dois dias sem ver nosso amigo Georgi por causa dos desencontros de horário, no sábado ele nos trouxe um presente. Ficamos surpresos quando ele entregou um pacotinho para cada um. Para mim, ele trouxe um broche e para o Tarcio uma pulseira, ambos feitos de linhas vermelha e branca.

Ele nos explicou que essa é uma tradição da Bulgária, em que no dia 1º de março se presenteia amigos com Martenitsa (nome dos acessórios que ele nos deu).  Devemos utilizar o Martenitsa até o dia 21 de março, quando inicia a primavera no hemisfério norte. O branco simboliza a vida longa e o vermelho simboliza saúde.

O objetivo é acalmar os ânimos de Baba Marta, uma importante personagem do folclore búlgaro. Uma senhora temperamental que muda constantemente de humor. A idéia é deixá-la feliz, fazendo com que ela leve embora o inverno, e permita que a primavera chegue, trazendo saúde, felicidade, prosperidade e fertilidade.

Então, no dia 21 de março deve-se pendurar o Martenitsa em uma árvore para proporcionar a ela tudo que o Martenitsa proporcionou a nós.  Ficamos surpresos de ele nos incluir na cultura. Aceitamos felizes de ter a oportunidade de viver novas experiências. Que a gente encontre uma bela árvore no próximo dia 21…

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Em busca de um lar

Um dos primeiros desafios do intercambista é encontrar uma residência fixa. O estudante deixa o hostel (albergue), ou a moradia temporária, para ter seu próprio endereço. Alguns acham essa tarefa fácil, mas para nós foi um grande desafio. Tínhamos alguns critérios de escolha: quarto de casal, banheiro individual, na área central, com estrangeiros, organizado e barato. Depois de chegar aqui percebemos que estávamos querendo demais.

Pesquisamos muito nos sites daft.ie, findahome.ie e myhouse.ie onde existem inúmeros apartamentos e casas. Começamos a nossa busca logo nos primeiros dias em Dublin. Em três dias visitamos cerca de 10 moradias. Caminhávamos das 10 horas até 20 horas, foi muito cansativo. Quando estávamos descrentes que encontraríamos aquilo que estávamos procurando, surgiu uma vaga de última hora.

Existem duas comunidades no facebook: “Dublin para Brasileiros” e “Classificados Dublin”. Já tínhamos publicado várias vezes que procurávamos casa.  Foi lá que encontramos nossa vaga. Marcos deixou um recado dizendo que estava passando a vaga dele. Ligamos e agendamos a visita para as 19 horas. Enquanto isso, andamos o dia todo olhando outros lugares. De noite, já exaustos, caminhando até nosso futuro apartamento íamos conversando e depositando todas as esperanças naquele lugar sem mesmo ter visto uma foto.

Chegamos ao local, fomos bem recebidos e adoramos o apartamento. Muito aconchegante. Conseguimos quase todos os critérios que tínhamos em mente: Ótimo quarto de casal, boa localização (10 minutos a pé da nossa escola), na faixa de preço que pretendíamos pagar (550 euros pelo quarto) e morando com um estrangeiro búlgaro que fala inglês fluente. A única coisa que ficou de lado foi o banheiro individual. Mas, depois de uma semana morando aqui, percebemos que isso não é fundamental.

Uma das curiosidades dos apartamentos daqui é que os quartos não têm chave. Isso é um sinal de que não há necessidade porque um respeita o espaço do outro. Podemos dizer que somos sortudos, em três dias de busca achamos aquilo que queríamos. Nem todos tem a mesma sorte. Moramos num condomínio fechado em que precisamos passar por três portas magnéticas (que você abre apenas com chave magnética), muito seguro. Quando você achar aquilo que procura já garanta a vaga. Em questão de uma hora outra pessoa pode fechar com o proprietário. Viver aqui está sendo ótimo para o nosso aprendizado. Quem tiver a oportunidade, more com estrangeiros. Claro, esteja aberto para aceitar a diferença cultural. Mas com certeza você aprenderá mais rápido. Toda noite sentamos na sala e conversamos com Georgi. Uma conversa engraçada, com mimica e google tradutor, mas que já nos rendeu boas aulas de inglês.

Procurar casa é sim uma tarefa difícil e muito cansativa, mas esteja determinado que você encontrará aquilo que quer.

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Leap Year

Hoje vamos falar de uma tradição irlandesa comemorada no dia 29 de fevereiro. Na verdade ficamos sabendo dela antes mesmo de chegar a Dublin, através de um filme, “Leap Year” que significa ano bissexto, mas no Brasil o filme foi traduzido como “Casa Comigo?”. Trata-se de uma comédia romântica que se passa na Irlanda.

Segundo a tradição, uma mulher pode pedir um homem em casamento no dia 29 de fevereiro que ele tem a obrigação de aceitar. No longa, Anna, a personagem de Amy Adams acha que já namorou muito tempo e decide tomar a iniciativa. Com seu namorado a trabalho em Dublin, Anna resolve viajar para lá e fazer o pedido. Mas, devido ao mau tempo o avião em que Anna estava precisa fazer um pouso de emergência e ela fica presa no interior do país.

No decorrer do filme, ao tentar incansavelmente chegar a Dublin no dia 29 de fevereiro, Anna conhece um nativo que a ajuda. Na viagem do interior até Dublin acontecem muitas coisas engraçadas que tiram muitas risadas do telespectador. Não vamos contar o final do filme, mas fica a dica. Vale a pena assistir e conhecer um pouco mais sobre a ilha esmeralda.

Uma cena do filme foi filmada na ponte do Stephen’s Greens. E nós também estivemos por lá.

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Belfast, Irlanda do Norte!

Nossa viagem começou às 5h45min da manhã, quando levantamos e nos preparamos para a nossa primeira saída do País. Belfast, na Irlanda do Norte foi o nosso destino. Às 7 horas, dois ônibus cheio de estudantes e brasileiros saíram do ponto de encontro. Viajamos por aproximadamente quatro horas com lindas paisagens. Fazendas com grandes campos bem verdes com muitas ovelhas e cidades pacatas. A passagem de ônibus nos custou 35 euros.  Não compramos comida em Belfast, preparamos sanduiches e levamos refrigerante. Mas se você deseja comprar algo lá, o melhor é levar libras, já que essa é moeda do reino unido. Se você pagar em euro, terá seu troco em libras.

Primeira parada foi no condado de Antrim, para atravessar a ponte e visitar a ilha de Carrickarade. Uma caminhada de aproximadamente 20 minutos passando por belas paisagens. Inclusive podendo avistar terras Escocesas. A ponte fica no fim da trilha e vale apena pagar cinco euros para atravessar. Quando pudemos avistar a ponte da fila esperando pelo nosso momento de passar, as pernas amoleceram. Afinal, a ponte que liga o condado à ilha tem aproximadamente 30 metros de altura e o oceano passando por baixo.

 

Ela balança um pouco, mas a travessia é segura. É sustentada por cabos de aço.

Na ilha não há nada de especial, a atração é apenas a ponte. Mas de lá é possível contemplar outros ângulos da paisagem. Assim como fomos, tivemos que voltar pelo mesmo caminho. Completada a primeira parada seguimos para a Giant’s Causeway (Calçada dos Gigantes), que é um conjunto de mais de 40 mil colunas de basalto encaixadas como se formassem uma enorme calçada. Uma erupção vulcânica há cerca de 60 milhões de anos causou esse fenômeno natural.  Um lugar maravilhoso para estar e agradecer as oportunidades da vida.

Segundo uma lenda irlandesa um gigante chamado Finn MacCool queria enfrentar numa luta um gigante escocês chamado Benandonner, mas havia um problema: não existia uma embarcação com tamanho suficiente para atravessar o mar e levar um ao encontro do outro. A lenda diz que MacCool resolveu o problema construindo uma calçada que ligava os dois países, usando enormes colunas de pedra. Benandonner aceitou o desafio e viajou pela calçada ate à Irlanda. Ele era mais forte e maior do que MacCool. Percebendo isso a esposa de Finn MacCool, de forma muito perspicaz decidiu vestir seu marido gigante como um bebé. Quando Benandonner chegou à casa dos dois e viu o bebé, pensou: “Se o bebé é deste tamanho, imagine o pai!”, e fugiu correndo de volta para a Escócia. Para ter certeza de que não seria perseguido por Finn MacCool destruiu a estrada enquanto corria, restando apenas as pedras que agora formam a Calçada dos Gigantes. (Wikipedia)

Da Giant”s Causeway seguimos para o centro de Belfast, que ficava a duas horas do interior. Aproveitamos para descansar nesse período da viagem. Desembarcando na cidade, pudemos visitar o local onde foi construído o Titanic, que afundou há quase cem anos: 14 abril de 1912.

Após essa visita, tivemos uma hora livre no centro. A chuva atrapalhou o fim do passeio. Fomos até o Albert Clock, ponto turístico de Belfast, voltamos encharcados para o ônibus e retornamos para Dublin. Uma viagem inesquecível, cheia de história e de beleza.

 

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A charmosa Grafton Street

O passeio de hoje foi na Grafton Street, uma das ruas mais famosas de Dublin e eleita a quinta rua mais cara do mundo em 2008. As principais grifes podem ser encontradas lá. Têm lojas de roupa, calçado, eletrônico, lembrancinhas e alimentação. Feita de calçamento, passam apenas pedestres e costuma estar movimentada todos os dias devido ao grande fluxo de turistas.

Muitas lojas merecem ser visitadas e entramos em inúmeras delas (para olhar claro). Porém, a que mais nos chamou a atenção foi a loja da Disney. Impossível não se apaixonar pelo mundo mágico de Walt Disney. Criança se perde lá dentro e adulto vira criança também. São pelúcias, bonecos, carrinhos, roupas e acessórios dos principais personagens. Dá vontade de levar tudo para casa.

Além das lojas, a arte na rua encanta quem passa. São inúmeros artistas que animam em troca de algumas moedas. Muito talento escondido na pequena Dublin. Vale a pena conferir os vídeos.

Quando estávamos no final do passeio vimos uma movimentação, e paramos de curiosidade.  Uma apresentação que parecia ser um comercial. Tinham muitos câmeras e produtores por ali. Rapidamente se formou um círculo de curiosos. No decorrer da apresentação foram surgindo mais e mais pessoas para compor o espetáculo. Veja no que deu:

Se vir a Dublin, não deixe de visitar a Grafton Street. Ao final da rua tem um parque belíssimo que ficará para outro post.

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Mercados em Dublin

Estamos em Dublin há exata uma semana e desde que chegamos já fizemos compras duas vezes, porque compramos de pouco em pouco. Existem muitos mercados por aqui e sempre optamos pelos mais baratos como o Tesco e Lidl. Já compramos também algumas coisas em mercados tipo conveniências que geralmente são o dobro do preço. Os preços aqui são baratos se você pensar em euro. Agora se quiser ficar convertendo tudo para real, será igual ou até mais caro.

Considerando que uma pessoa que vive em Dublin receba um salário mínimo (8,65 euros por hora) e trabalhe 40 horas por semana, receberá no fim de cada mês cerca de 1.300 euros. Para se alimentar bem, cada pessoa gasta em média 150 euros por mês.  Pensando assim, você percebe que é barato. Você não pode ficar convertendo tudo para real. Já que está vivendo em um país Europeu, pense em euro.

Hoje compramos óleo, pão, extrato de tomate, 750 gramas de filé de frango, saco para embalar carne, trigo, flanelinhas, miojo e 1,3 kg de picanha, tudo por 27 euros. O produto mais caro aqui é a carne, que preferimos comprar no mercado brasileiro. A carne dos mercados tradicionais aqui em Dublin não são de tão boa qualidade, e sai mais caro que o quilo da picanha. Porém, a carne é a única coisa que vale a pena comprar no mercado brasileiro, já que o restante dos produtos são mais caros por serem importados.

Nas primeiras semanas você gasta um pouco mais do que o normal por ainda não conhecer a cidade e os produtos. Algumas coisas já foram fora porque não gostamos. Por exemplo, não existe suco de saquinho aqui, todos são de caixinha ou garrafa, e não gostamos de nenhum até agora. E assim você vai provando os produtos até encontrar o melhor para o seu paladar. Depois de uma semana, já aprendemos muita coisa sobre as comidas e temos certeza que vamos aprender ainda mais.

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“Ai se eu te pego” na Holanda

Chegando à Holanda fomos achar um jeito de nos comunicar com o Brasil. Assim que conseguimos, fomos almoçar com o nosso colega de voo, o Sidney. Cada um escolheu sua pizza e sentamos na praça de alimentação. De repente ouvimos na mesa ao lado cinco meninas inglesas tentando cantar o famoso hit do Michel Teló, “Ai se eu te pego”. Apesar de passar na televisão brasileira o sucesso que ele está fazendo no exterior, a gente só acredita quando vê com os próprios olhos. Pois então, nós vimos e aí surgiu à ideia de filmar as meninas para por no blog.

Fomos falar com elas e pedimos permissão para fazer o vídeo e eu acabei dançando junto. O deu? Isso aí que vocês vão ver. Detalhe, elas que dançaram certo, e eu que sou do Brasil, acabei fazendo tudo errado. Foi divertido. Perdoem a desafinação.

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